O mais comum
Notícias difíceis
Notícia difícil para paciente ou família. Sem termo técnico em excesso. Ajudamos a montar a conversa e acompanhamos até ela acontecer.
A Conversa com Presença prepara equipes de clínicas, laboratórios e hospitais para notícias difíceis, erros de equipe, prioridade de leito e baixa adesão. Do primeiro sinal de tensão até a conversa acontecer.
Suporte on-line — para todo o Brasil. Sem endereço físico para visitar.

Quando cobre
Da primeira mensagem até o fim da conversa. Em qualquer ponto do plantão.
O que a mentoria cobre
Como funciona o apoio
Formulário de contato aberto sempre. Com um mentor organizando um roteiro para o seu caso.
Conversa com presença
Conversa difícil em saúde é rotina. Notícia grave, erro apontado, leito disputado. Nada disso precisa ser resolvido sozinho, no meio do plantão.
A Conversa com Presença existe para esses momentos. Não substitui a decisão clínica. Dá uma direção clara, exatamente quando ela falta. Com um canal simples e um roteiro para levar para a conversa.
São os quatro tipos de conversa que mais pesam em equipes de saúde. Para cada um, um caminho claro de preparo.
O mais comum
Notícia difícil para paciente ou família. Sem termo técnico em excesso. Ajudamos a montar a conversa e acompanhamos até ela acontecer.
Um erro ou quase-erro que precisa ser relatado. Ajudamos a pensar o tom certo. E o que fica combinado depois.
Prioridade de leito disputada entre casos. Preparo para explicar o critério clínico com clareza, sem soar frio.
Recusa ou interrupção de um tratamento indicado. Explicamos como apresentar os riscos sem pressão.
Central de apoio
Não existe hora errada para pedir ajuda. O formulário fica aberto sempre. Inclusive depois que o plantão já terminou.
Funciona do celular ou do computador. Mesmo entre um atendimento e outro, com o caso ainda recente.
O fato clínico, o contexto da situação e o que você quer resolver com a conversa.
Envie os detalhes pelo formulário. Do celular ou do computador. Mesmo em meio ao plantão.
Um mentor organiza com você o que dizer. E os próximos passos depois da conversa.
Um resultado de exame muda o diagnóstico esperado por um paciente em acompanhamento. A equipe precisa comunicar essa mudança numa consulta que já estava marcada para outro assunto.
Nesse tipo de caso, a preparação costuma passar por confirmar o resultado antes de qualquer conversa, reservar um tempo maior do que o da consulta original, e levar uma explicação clara do próximo passo, não só a notícia em si.
A consulta segue com menos incerteza. O paciente entende o que muda a partir dali. E sabe qual é o próximo passo combinado.
As situações pedem preparos diferentes. Veja o que muda entre uma conversa com paciente e uma conversa interna, entre colegas.
Enviar o pedido não é o fim. É o começo. Cada caso recebe um roteiro com os próximos passos. E fica em acompanhamento até a conversa estar resolvida. Não é só um formulário arquivado.
Não. A mentoria funciona melhor antes da conversa. Mas também ajuda depois, se ela não saiu como devia.
Confirme o fato clínico antes de marcar a conversa. Depois, abra o pedido pelo formulário com esse ponto de partida.
Sim. Conversa entre colegas é um dos casos mais comuns aqui. O roteiro ajuda a apontar o problema sem travar o trabalho em equipe.
Dá para pedir ajuda depois também. Conte pelo formulário o que aconteceu. O roteiro explica como retomar o assunto.
Sempre que possível, sim. Exame, evolução e horários deixam o roteiro mais preciso e mais rápido de montar.
Depende do que for combinado. O formulário é o canal certo para confirmar os detalhes do seu plantão.
Funciona. Quem escrever pode contar a situação da equipe toda. O importante é descrever com clareza o que cada pessoa viveu no plantão.
Conte o que está pesando no plantão. Ou o que você quer entender antes da conversa. O retorno vem pelo e-mail ou telefone informado.